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7 filmes sobre a relação entre humanos e cachorros

Cromossomo da amizade: Entenda o porquê os cães são tão afetuosos e leais

de Amar Assist , 9 ABRIL de 2021

Retrato de grupo de filhote

Você chega em casa cansado e estressado, querendo apenas fazer um café e não conversar com ninguém. Então, se depara com o seu cãozinho, olhando para você, balançando o rabo e extremamente feliz apenas porque você voltou. Por que será que os cães são tão fiéis mesmo quando estamos nos nossos piores dias? 

A História nos conta que, entre 33 mil e 14 mil anos atrás, lobos selvagens se aproximaram do povoamento humano para se beneficiarem dos restos de comida. Porém, nesse instante, começou uma amizade que modificaria o percurso do homem e dos cães no planeta. 

A partir dessa etapa, os lobos selvagens foram domesticados e jamais abandonaram os humanos, acompanhando-os por todos os cantos. Diante disso, mudanças ocorreram, tais como: redução do tamanho da cabeça, rabo abaixado e olhos e orelhas caídos. Essas modificações deram aos lobos um aspecto de filhotes, logo, nada ameaçadores. 

Pouco a pouco, essa relação foi se transformando. No período medieval e na Renascença, por exemplo, o homem acreditava que a Natureza tinha como objetivo servir os seres humanos.  Sendo assim, os cachorros eram denominados como serviçais.  No entanto, hoje, os cães são tratados como membros da família e isso não é papo de almoço de domingo.

Um artigo divulgado na revista Psicologia USP revela que a interação entre o homem e o cachorro possui semelhança àquela definida entre pais e filhos, ou seja, com atributos de apego e afeto. Apesar disso, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os cães de companhia estão presentes em 44,3% dos domicílios brasileiros, mas 850 milhões sobrevivem de modo itinerante por meio de  convívio marginal com os humanos. O abandono dos animais é o motivo predominante do alto número dos cães jogados nas avenidas.  

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Por que os cães são tão carinhosos?

Um estudo da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos,  destaca que os cachorros têm o “cromossomo da amizade”. Segundo esses pesquisadores de Oregon, os cães têm uma condição genética que faz com que eles busquem contato social, diferentemente dos lobos. 

Para chegar a esse resultado, essa equipe confrontou a conduta de 18 cachorros, sendo: alguns de raça pura, outros misturados e mais 10 lobos de cativeiro, criados desde sempre por humanos em uma instituição de pesquisa.  Ainda que os lobos tivessem nascido em um ambiente de cativeiro, os cães se apresentaram bem mais amistosos.

Os pesquisadores notaram que tanto os lobos quanto os cachorros demonstravam felicidade ao receberem a visita de um humano, mas os cachorros interagiam durante um período muito maior. Além disso, os cães brincavam com visitantes desconhecidos.  Isso fez com que os cientistas relacionassem o comportamento dos cães ao de uma pessoa com síndrome de Williams-Beuren. 

A síndrome de Williams-Beuren é um transtorno comportamental que torna as pessoas amistosas e confiantes. Esse distúrbio é a consequência da ausência de uma parte do cromossomo 7. Ao detectarem que essa região teve impacto profundo na evolução canina, os pesquisadores passaram a estudar com afinco esse segmento do DNA. Nos cães, o cromossomo 7 corresponde ao cromossomo 6. 

Ao final dos estudos, eles perceberam que os sequenciamentos de DNA dos cães e, em menor grau dos lobos, apresentavam notáveis variações. Partes desse cromossomo foram aumentadas, deletadas ou duplicadas. Ou seja, assim como os humanos que possuem a síndrome de Williams-Beuren, os cachorros têm variações significativas nessa região do DNA. E, provavelmente, isso alterou a personalidade. Esse estudo concluiu que, essas variações genéticas (anomalias no gene que molda a proteína GIF21), tornaram os cães afetuosos com os homens. 

Os cães conseguem identificar tristeza?

Quando você está triste, o seu cão se aproxima e lambe alguma parte do seu corpo, como por exemplo, pés ou braços? Se você já vivenciou essa circunstância, deve ter notado que o seu pet também demonstrava infelicidade. Isso ocorre porque os cachorros são capazes de realizar uma leitura das nossas linguagens corporal e facial. Logo, eles conseguem notar as  mudanças de humor dos seus donos e se entristecem quando eles não estão bem. Como forma de doação de carinho, eles se aproximam e lambem os seus donos. 

Os cachorros sabem quando estamos com medo?

Os cães possuem uma alta capacidade olfativa e os seres humanos liberam uma intensa quantidade de adrenalina e cortisol quando estão com medo, sendo assim, nós, humanos, exalamos um determinado cheiro quando estamos apreensivos. Por isso que os cachorros percebem quando os seus donos estão com medo. Nessas situações, geralmente, eles se aproximam para protegerem os humanos que eles tanto amam. Entretanto, é importante destacar que eles também podem ser afetados por esses momentos de tensão e, consequentemente, ficarem com os corpos contraídos. 

Eles reconhecem doenças?

O olfato dos cachorros é 25 vezes mais forte do que aquele manifestado por um homem. Essa habilidade extraordinária possibilita que os peludinhos identifiquem as substâncias químicas que os seres humanos produzem quando estão enfermos. Sendo assim, normalmente, eles identificam quando os seus donos estão com alguma enfermidade. 

Agora, que você já sabe tudo sobre a relação entre homens e cachorros, que tal assistir um filme que fale sobre isso?

1.    Benji

Nos anos 70, Benji, um cãozinho da raça Cairn Terrier, conquistou o coração de inúmeras pessoas. O sucesso foi tanto que essa franquia do cinema infantil retornou em um novo filme produzido pela Netflix. O longa conta história do irmãos Carter e Frankie, que passam boa parte do dia sozinhos, por conta da intensa rotina de trabalho da mãe deles. Um belo dia, Carter encontra na rua um cachorro e se apaixona imediatamente pelo peludinho. Decidido a ficar com o novo amigo, Carter deixa morangos como pistas para que o cão o siga. Os irmãos passam a cuidar do novo amigo às escondidas, já que têm a mais absoluta certeza de que a mãe deles proibirá a presença do novo animal de estimação. 

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2.    Coração de cachorro

Se você gosta do “cinema lado B”, o filme “Coração de Cachorro” é uma boa pedida. Esse longa começa pelo meio. A cachorra Lollabelle, que morreu em 2011 e era muito amada pela diretora dessa obra, é a personagem central, pois o filme é dado em sua memória. Em uma espécie de colagem visual, o longa-metragem analisa como histórias são construídas e contadas e como as usamos para dar sentido às nossas vidas. A voz da cineasta parte dessa inexplicável situação que é a tentativa de descrição de um sonho.

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3.    A Caminho de Casa

​​Lucas, um estudante de medicina veterinária, trabalha como voluntário em um hospital local. Certo dia, ele resgata Bella, uma cachorrinha da raça pitbull. Com temperamento dócil, Bella cresce ao lado de Lucas. Porém, em determinado momento, ela é encontrada na rua pelo Controle de Zoonoses (carrocinha). Por conta da sua raça, ela é levada para um abrigo que fica a 400 milhas de distância da casa de seu dono. Nesse instante, Bella mostra o quanto é leal e corajosa, pois ela inicia uma longa jornada de volta para casa. 

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4.    Apenas Cães

Essa série documental, produzida pela Netflix, exibe seis histórias que retratam a profunda relação emocional entre cachorros e humanos. Diferentemente do filme “Marley & Eu", esse documentário retrata emoções e angústia reais. 

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5.    The Plague Dogs

Neste filme, dois cachorros, Rowf e Snitter, escapam de um laboratório que realizava cruéis experimentos em animais. Logo, eles são obrigados a sobreviver como cães selvagens. Ao longo dessa trajetória, eles recebem a ajuda de uma raposa. Essa animação apresenta críticas sociais e políticas, visto que mostra o quanto os animais sofrem com testes em laboratórios. 

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6.    Beginners | Toda forma de amor

Oliver acaba de perder o seu pai, que estava com câncer terminal. No entanto, o luto não é a única emoção com a qual ele precisa lidar. Aos 75 anos, um pouco antes de descobrir que está com câncer, Hal (o pai de Oliver) revela que sempre viveu um casamento de fachada, pois ele é gay. Na tentativa de colocar os seus pensamentos em ordem, Oliver conversa com Arthur, o cachorro do morto.

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7.    A Voz humana 

Baseado na peça de Jean Cocteau, “A Voz Humana” conta o drama de uma mulher frustrada e solitária, que observa o tempo a passar ao lado das malas do seu amante e de um cão inquieto que não entende o porquê o seu dono o abandonou. Dois seres vivos encaram o vazio e a loucura do abandono. 

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