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    Economia é mais simples do que você imagina!

    Quando você busca uma solução para pagar todos os boletos atrasados, você está lidando com finanças. Entenda o que é economia doméstica e saiba como fazer o dinheiro render até o final do mês

    O meu seguro é Deus!

    Quando você escuta a palavra “economia”, o que imagina? Homens trabalhando na Bolsa de Valores? Executivos investindo em bitcoin? Calma! Economia não é um bicho de sete cabeças e ela está muito mais presente no seu dia a dia do que você suspeita.

    Afinal de contas, quando você busca uma solução para pagar todos os boletos atrasados ou para conseguir comprar comida suficiente para todos da sua casa, você está lidando com finanças! Sim, é isso mesmo. Você lida com economia o tempo todo. Mas se você ainda continua achando que economia é algo muito distante da sua realidade, vejamos um exemplo prático:

    Maria tem 30 anos, é casada e possui 2 filhos. A sua filha mais nova tem apenas 11 meses. Por esse motivo, Maria está pensando em pedir demissão para poder cuidar de forma integral de sua caçula. O seu salário é voltado para contribuir com pequenos gastos da casa, pois as principais despesas são responsabilidade do seu marido, o Lucas. Porém, quando Maria finalmente cria coragem para pedir demissão, o seu marido fica desempregado. Lucas fica tão atemorizado com toda essa situação que é acometido pela depressão. Logo, para que o alimento não falte na mesa, Maria precisa assumir o orçamento doméstico e ser a nova chefe financeira de sua família. 

    Conforme um estudo da Escola Nacional de Seguros, realizado em 2018, nos últimos 15 anos, a quantidade de lares chefiados por mulheres aumentou 39%. Passando de 51,5 milhões em 2001 para 71,3 milhões em 2015. 

    No que diz respeito aos casais com filhos, o número de mulheres chefes pulou de 1 milhão, em 2001, para 6,8 milhões, em 2015, alta de 551%. E em relação aos casais sem filhos, o aumento foi ainda mais significativo, de 339 mil para 3,1 milhões, crescimento de 822%.

    Logo, a história hipotética que contamos da Maria é uma realidade brasileira. E vale ressaltar que, diversas mulheres se estabelecem na carreira e continuam sendo a provedora da família mesmo após os maridos voltarem a trabalhar. 

    É óbvio que os momentos de apertos são difíceis e de muita luta e sem o suporte da  família, às vezes, é quase impossível sair do sufoco financeiro. Mas é importante destacar que essas mulheres, de forma muito intuitiva, acabam colocando os conceitos de economia doméstica em prática e, com isso, encontram caminhos para viver sem tantos apertos financeiros. 

    Portanto, a economia doméstica é fundamental para o orçamento familiar, pois ela é o segredo para a edificação de um bom patrimônio. Nós sabemos que estamos atravessando uma crise em nosso país e, nesse momento, parece impossível economizar. Apesar disso, mudanças simples no cotidiano podem fazer a diferença. Acredite!

    Neste artigo, você entenderá o que é economia doméstica e como pode melhorar o seu talento nato para fechar as contas do mês. Além disso, nós te explicaremos o que são aquelas palavras difíceis que os economistas costumam usar. Boa leitura! 

    O que é Economia Doméstica?

    A economia doméstica é um conjunto de técnicas financeiras que ajudam a equilibrar os gastos de uma casa, já que separa as despesas entre essenciais e supérfluas, tendo como base a renda mensal. Ou seja, os objetivos da economia doméstica são:

    1. Transformar a tarefa de poupar em uma rotina
    2. Evitar o desperdício
    3. Incentivar o consumo sustentável
    4. Fazer o dinheiro render até o final do mês  

    Esse conceito começou na Europa, no século XIX. O propósito era demonstrar que o dinheiro não era infinito, por isso, as pessoas não poderiam gastar sem pensar. No Brasil, essas lições chegaram na década de 30. A ausência de controle financeiro é o motivo das dívidas e da inadimplência. E a economia doméstica nos ensina que devemos guardar dinheiro para imprevistos, tais como, desemprego e doenças. Um orçamento familiar bem organizado também é fundamental para garantir uma aposentadoria mais tranquila. 

    Exemplos de economia doméstica 

    Como relatamos anteriormente, diversas pessoas aplicam os ensinamentos da economia doméstica em prática de forma intuitiva. Vejamos alguns exemplos: 

    “Troquei a tv por assinatura pela Netflix”

    É importante apurar todos os gastos mensais. Assim, você poderá cortar aqueles que não são indispensáveis. TV a cabo, planos de telefonia e serviços de assinatura costumam comprometer uma fatia grande do orçamento familiar. Então, se você trocou a tv por assinatura por um serviço mais acessível, parabéns! Você já está praticando a economia doméstica.

    “Paguei minhas dívidas e agora estou até dormindo melhor”

    Não é possível realizar a economia doméstica com dívidas. Logo, pagar as contas atrasadas é o primeiro destino do dinheiro economizado. Se você sente uma sensação maravilhosa quando consegue quitar suas dívidas, você é um fã de finanças e nem sabe! Apenas para relembrar: comece os pagamentos por aqueles que têm valores ou juros mais altos. Não esqueça de pedir parcelamento facilitado ou desconto no pagamento à vista. 

    “Eu sempre guardo um dinheirinho para as emergências”

    Antes de pensar na compra da casa própria, é fundamental separar uma quantia para o inesperado. Afinal, nós nunca sabemos quando o desemprego baterá em nossa porta. 

    “Eu não compro nada sem antes pesquisar muito” 

    Antes de efetuar qualquer compra, você precisa pesquisar os preços tanto nas lojas
    físicas quanto no ambiente virtual. A economia pode chegar a 80%. E, como diz um ditado popular, de pouquinho em pouquinho, a galinha enche o papo!

    “Peço desconto mesmo, na cara dura!” 

    Se você é do tipo que sempre deixa a timidez de lado e pede descontos em suas compras, continue assim! Com um pouco de conversa, é possível conseguir preços mais baixos. Nas compras online, negocie o valor com o suporte da empresa ou use cupons promocionais. A economia pode chegar a 30%.

    “Eu vou ao mercado sozinha pra não gastar muito”

    Com algumas dicas simples, você economiza mais de 30% no mercado:

    1. Antes de sair de casa, faça uma lista de compras. Se você verificar os armários, saberá exatamente o que é necessário comprar. O estoque pode elevar a sua conta. 
    2. Planeje o cardápio semanal das refeições. Assim, poderá comprar a quantidade exata de comida necessária. Desperdiçar alimento é o mesmo que jogar dinheiro no lixo.
    3. Experimente novas marcas. Que tal conhecer os produtos mais baratos? Eles podem te surpreender. Outra sugestão é comprar temperos e mantimentos em casas de produtos naturais. Os preços podem custar 50% a menos do que no mercado.
    4. Faça as refeições em casa. Você já calculou quanto gasta com restaurantes? Vejamos um exemplo: se você paga R$ 20 para almoçar todos os dias, em um ano, você terá gasto mais de R$ 5.000. 
    5. Vá sozinho ao supermercado! Diversas pesquisas científicas apontam que gastamos mais quando estamos acompanhados. 
    6. Compre as frutas e verduras da época ou faça uma horta em casa. 

    “Apaga essa luz, menino”

    Se você é aquela pessoa que manda todo mundo apagar a luz, não mude a sua postura. A conta de luz pode ser uma vilã para o orçamento doméstico. 

    1. Ao sair de ambientes que não estão sendo utilizados, não deixe as lâmpadas acesas.
    2. Abra as janelas e aproveite a luz do dia.
    3. Use cores claras nas paredes, dessa forma, a iluminação natural permanecerá por mais tempo.
    4. Não durma com televisão e ar-condicionado ligados. Utilize os temporizadores para que esses aparelhos desliguem sozinhos.  
    5. Não esqueça da manutenção. Examine a vedação do seu ar-condicionado, geladeira e forno elétrico. Eles podem desperdiçar energia com mau isolamento.

    “Fecha a torneira, Juvenal” 

    Assim como a eletricidade, a conta de água pode levar o seu dinheiro para o ralo. Então, continue praticando essas dicas: 

    1. Evite lavar as louças e escovar os dentes com a torneira aberta.
    2. Conserte os vazamentos
    3. Diminua a quantidade de água da descarga e de torneiras. A economia supera 50%.
    4. Use a água da máquina de lavar para lavar o quintal. 

    Sempre podemos melhorar a nossa educação financeira

    É fato que a Educação Financeira não consiste apenas em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e guardar dinheiro. É muito mais do que isso. É se esforçar para alcançar uma qualidade de vida melhor. Para que quando os imprevistos surgirem, tenhamos recursos para passar por esses obstáculos. Com isso, a vida passa a ser mais leve, pois entendemos que podemos viver sem medo do futuro. Ainda que você acredite que isso não é para você, dê um passo a cada dia. Você se surpreenderá com os resultados.

    Não desanime!

    Adquirir novos hábitos financeiros é um desafio para quase todo brasileiro. Fique tranquilo, você não está sozinho, pois faz parte da maioria. Porém, não utilize isso como desculpa para viver endividado, combinado?! 

    Possivelmente, você perceberá que o seu salário é muito baixo para todos os sonhos que você possui. Mas não desanime, tudo é possível. Você apenas precisará priorizar as suas metas, já que não será possível realizar tudo de uma vez.

    Escolha o seu sonho número 1 e estabeleça metas de poupança. Ou seja, o que você vai cortar do seu orçamento para poupar dinheiro. Se for difícil eliminar despesas, pense em como essa atitude fará com que você fique mais perto do seu sonho. Ah! Comece por um objetivo que não seja tão caro, dessa forma, você alcançará a sua meta em pouco tempo e isso te motivará a economizar cada vez mais. 

    O meu salário sumiu!

    Você já teve aquela impressão de que o seu salário desapareceu? Normalmente, as pessoas sabem o quanto ganham, mas não sabem o quanto gastam. Para não passar mais por essa situação, é inevitável ter um controle de despesas. O controle de despesas nada mais é do que anotar diariamente todos os gastos e quais os meios de pagamento utilizados (débito, cartão de crédito, Pix etc.). Com isso, você poderá abrir mão daqueles pequenos prazeres que representam um valor alto ao final do mês.  Não se esqueça, a base do pensamento da Educação Financeira é: o sacrifício de hoje é pequeno diante da alegria de conseguir alcançar o seu objetivo. 

    Quero me aposentar para morar na praia! 

    Para a Educação Financeira, aposentadoria não é aquela fase em que uma pessoa idosa desgastada se aposenta depois de anos de trabalho. A aposentadoria é aquele momento em que uma pessoa pode realizar tudo aquilo que gosta: curtir a família, viajar, ir ao parque e ao cinema. 

    Inúmeras pessoas julgam que isso é algo quase impossível, já que o valor das aposentadoria costuma ser muito baixo e mal paga o valor do convênio. No entanto, com disciplina e boas escolhas financeiras, isso é possível.

    Se você pretende se aposentar contando apenas com recursos do INSS, talvez você tenha uma vida com algumas limitações financeiras. Logo, para assegurar um futuro tranquilo, é necessário poupar o máximo que puder, sempre levando em conta o equilíbrio que deve existir entre a qualidade de vida presente e a futura. Porém, apenas economizar não é o suficiente. Saber investir também é muito importante, pois a aposentadoria dos sonhos virá da acumulação de patrimônio.

    O meu seguro é Deus! 

    Nós, brasileiros, costumamos ser um povo otimista. E, por esse motivo, acreditamos que nenhum imprevisto acontecerá. Só que eventualidades podem ocorrer a qualquer momento. E esses imprevistos são capazes de gerar danos irreversíveis ao nosso bem-estar, incluindo o financeiro.

    Consequentemente, contratar um seguro é uma atitude importante para preservar nossa qualidade de vida. Para determinar quais seguros devemos ter, basta usar as lições da Educação Financeira para identificar o que necessitamos em cada momento de nossa vida. Por exemplo, um seguro de vida é fundamental quando não temos patrimônio suficiente para garantir o futuro financeiro de nossa família. Sendo assim, se não tivermos herança para deixar, precisamos de um seguro de vida. 

    Que nome é esse?

    Você costuma ficar meio perdido quando escuta os economistas falarem? Então, seus problemas acabaram, pois te explicaremos as palavras mais comuns do “dicionário da economia”. 

    Financiamento

    O financiamento é uma forma de comprar bens e pagar em médio e longo prazo, com o acréscimo de taxas e juros. Esse recurso funciona como um empréstimo e serve principalmente para bens mais caros, tais como, casa e carro. 

    Taxa de Juros

    Taxa de juros é o valor do dinheiro no tempo, ou seja, o preço que se paga aos emprestadores para usar um dinheiro que não é seu durante um determinado período. Na prática, é uma compensação pelo tempo que o dinheiro ficou emprestado.

    Imposto de Renda

    O imposto de renda é um tributo federal sobre a renda. Assim sendo, sobre o que você ganha. Ele gera tributos que são investidos em programas de incentivo à saúde, educação, inclusão social e criação de empregos.

    Gatilhos de consumo

    ​​​​​​​Os gatilhos de consumo funcionam como mecanismos cerebrais, que levam indivíduos a adquirir produtos e serviços sem que tenham necessidade.

    Consumo Consciente

    ​​​​​​​Já o consumo consciente é aquele que não envolve a exploração de seres humanos e tem por objetivo minimizar os impactos ao meio ambiente.

    Hipoteca

    ​​​​​​​A hipoteca é uma linha de crédito em que você coloca um imóvel como garantia para obter juros mais baixos. No Brasil, a hipoteca foi substituída pelo empréstimo com garantia de imóvel. 

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