EM CASO DE ÓBITO: 4020-2358 (disque a partir da sua cidade)
CENTRAL DE ATENDIMENTO AO CONVENIADO: 0800 024 1150
Plano Funerário Familiar
a partir de R$ 75 mensais
Grátis
  • Assistência Residencial
  • Consultas PET
  • Mecânico e Guincho (carro e moto)
  • Seguro de vida de 20 mil
Garanta hoje a proteção que sua família merece.

5 fases do luto: Quais são os efeitos do luto naqueles que ficam?

O luto reflete no psicológico, mas não há como negar que a morte também afeta financeiramente a família que sofreu a perda. Descubra os principais efeitos do óbito no dia a dia do enlutado

de Amar Assist , 31 MARÇO de 2021

Homem preocupado com as mãos sob a cabeça

Não somos programados para lidar com fins e evitamos ao máximo falar sobre eles. Seja o final de um filme, contrato, relacionamento ou o temido fim da vida, não há um guia básico de como enfrentar o fim de um ciclo sem sofrimento, sem choro e sem dor. Na verdade, somos tão avessos aos fins que adiamos o término de relacionamentos decadentes, deixamos de pedir as contas de um emprego que odiamos e evitamos terminar aquela série que tanto gostamos, apenas para não ter que lidar com o seu término.

Seja sobre morte ou qualquer um dos exemplos acima, não temos maturidade para lidar com esses casos. E isso faz com que sejam tão dolorosos e temidos. Por isso, a morte e a dor da perda ainda são grandes tabus. Porém, deixando de lado o tom sentimental, o luto também tem efeitos no bolso e no dia a dia da família. Afinal, até algum tempo você convivia com tal pessoa. Assim, o seu cérebro não desapega dessa lembrança em um clique.

Conheça neste post um pouco sobre os efeitos do luto na vida de quem precisa lidar com essa realidade. Neste artigo, você também vai entender como funcionam as cinco fases do luto, e qual o processo que um enlutado passa até chegar ao momento da aceitação ou libertação. Boa leitura! 

Falar sobre plano funerário ainda é um tabu, porém, imprevistos acontecem. Saiba como se planejar financeiramente!


Efeitos práticos do luto: como lidar com a burocracia pós morte?

Perder alguém é, no mínimo, estranho. Quando você faz ligações para os parentes e dá a notícia, é como se outra pessoa tomasse posse da sua mão e discasse, pois mal dá para acreditar o motivo de fazer essa ligação. Depois vem a parte burocrática. De novo a sensação estranha de assinar papéis que dizem que aquele ente tão especial não está mais lá. 

“Por que estou assinando isso?”. Essa pergunta vem na cabeça do enlutado que sequer conseguiu digerir o evento e ainda precisa conter as lágrimas para não molhar o papel. Na prática, perder alguém é terrível, mas precisar ser forte para lidar com escolhas de caixão, coroa de flores e cemitério é ainda pior. 

Porém, se o falecido contava com um plano funerário essa parte pode ser evitada, já que na contratação do plano todos esses detalhes já foram acordados. Após isso, tem a questão do velório. Precisar segurar a sua dor e ainda lidar com as crises dos parentes e amigos é massacrante.

Em caso de sepultamento, o cortejo fúnebre é a caminhada mais difícil que há. Esse momento normalmente ocorre em silêncio enquanto o enlutado conhece o “novo lar” do seu ente. O luto, na prática, é assim: viver os momentos em que você pensará que o seu parente vai descansar em um lugar lindo, e também lidar com o choro que gera falta de ar e uma sensação enorme de vazio. Se você ou algum conhecido estão passando por momentos difíceis, acesse este artigo e tenha uma luz sobre como lidar com a morte.

Os efeitos do luto algumas semanas depois… 

Passados alguns dias, as ligações de parentes e amigos preocupados com os seus sentimentos continuarão acontecendo. Pouco tempo depois da missa de sétimo dia, a frequência das ligações diminui e dá lugar a mensagens mais simples. A hora de decidir o que será doado do falecido acontece poucos dias após a sua morte, normalmente em um momento no qual o enlutado acha que já digeriu o acontecimento. 

Porém, ao abrir o armário, as emoções retornam com o dobro da força e se chega à conclusão de que ainda não era a hora de mexer nesses objetivos e roupas, que tantas lembranças trazem. Passadas algumas semanas, terão os amigos que convidarão para festas e reuniões para “tirar de casa” o enlutado. Mas a verdade é que ele não deseja sair de casa, e sabe que isso não fará a dor passar. 

Com dois meses a dor continua, mas a preocupação dos amigos já se diluiu. A vida ao redor corre normalmente, mas a vida lá dentro segue em frangalhos. O luto na prática dói. E, aliás, de prático ele não tem nada. Prático é o que é fácil de ser lidado e facilidade não cabe nesse sentimento. Aliás, o dinheiro, querendo ou não, também tem a sua parcela de culpa na dureza desse momento. Descubra no próximo tópico como a morte de alguém afeta o enlutado também economicamente.

Como o luto afeta financeiramente uma família?

Morrer não é barato. Independente de optar por sepultamento, jazigo ou cremação, haverá um gasto de, no mínimo, R$3000. Uma forma de amenizar esse gasto é contratar um plano funerário Assim, com menos de R$80 por mês, o enterro/cremação/jazigo e o velório estarão garantidos.

Além do óbvio gasto com velório e burocracia, se o falecido ajudava com as contas da casa, a sua partida causará uma diferença considerável no orçamento. Isso acontece independentemente do seu salário. Pois, se ele faturava apenas o salário mínimo do país, isso significa menos de R$1.100 no orçamento familiar.

Não sei qual a média de gastos que você tem no seu planejamento familiar por mês, mas mil reais faz falta na vida de qualquer cidadão classe baixa/média. Esse desfalque no orçamento pode resultar em duas escolhas: diminuir os custos de vida ou ganhar mais dinheiro. 

Porém, é nesse momento de mudanças bruscas que muitas famílias fazem dívidas. Afinal, já é bem difícil lidar com a sua dor, imagine nesse momento fazer qualquer tipo de análise financeira ou buscar por uma renda extra? De qualquer forma, se você está buscando uma forma de lidar com suas dívidas e reduzir seus custos mensais, acesse esse artigo e encontre 10 passos para te ajudar com isso.

Efeitos psicológicos do luto

Os efeitos psicológicos do luto vão desde não conseguir ficar em casa - se você dividia o lar com o falecido - até casos de estresse pós-traumático causados por uma morte violenta. Em todo caso, se você tem alguém de luto por perto preste muita atenção aos sinais. E não se deixe levar pelo que essa pessoa demonstra, os enlutados têm medo de demonstrar sentimentos após algumas semanas da morte para não serem taxados como vítimas.

Apesar de não haver regras para viver o luto e receber os pêsames sem desabar, o luto é um processo e possui estágios muito bem definidos. Conheça as 5 fases do luto e entenda como esse momento afeta o psicológico do enlutado.

As 5 fases do luto

Você conhece alguém que passou por uma perda recentemente? Tenha paciência e empatia com esse enlutado, pois essas 5 fases do luto podem ser ultrapassadas em 6 meses, assim como podem nunca ser superadas. Por isso, para lidar com os seus amigos ou para aprender a identificar padrões que possam se tornar perigosos, conheça cada uma das fases do luto.

​​​​​​​
1ª fase: Negação

Essa é a fase na qual a pessoa tenta olhar a vida por outro lado e ignorar o que está acontecendo. Esse momento pode ser visto em viúvos que continuam a fazer planos com a sua esposa, que se foi, mães que continuam olhando com carinho para roupas na loja que caberiam no filho que morreu, irmãos que continuam a planejar festas de aniversário para o morto. 

É claro que não se aceita de um dia para o outro a morte. Contudo, há um quê de negação neste momento, no qual a pessoa varia entre compreender e tentar se culpar pelo ocorrido. Pessoas que permanecem no estado de negação podem desenvolver o luto patológico, que é quando a perda se transforma em doença.

Essa doença pode resultar em alucinações, solidão extrema e perda de interesse pela vida. A negação faz parte do processo, mas se você apresentar os sintomas acima, busque ajuda profissional. Acesse este artigo e entenda melhor sobre quando a negação da morte vira doença.


2ª fase: Raiva

Nesse estágio do luto, a pessoa fica com ódio do que aconteceu, não consegue aceitar e possui crises de nervos, ansiedade, insônia e falta de apetite. ​​​​​​​Aliás, esse momento também pode ser repleto de culpa. Assim, é comum que o enlutado pense que poderia ter feito algo diferente que pudesse ter mudado o rumo dessa situação.
 
Esse momento pode durar até os 6 meses do evento da morte, mas é bom lembrar que cada pessoa reage de maneira única nessa etapa.​​​​​​​Enquanto haverão os que passarão por essa fase rapidamente, outros podem levar mais do que esse prazo para passar para o próximo estágio em busca da aceitação.


3ª fase: Barganha

​​​​​​​“Se eu lidar melhor com essa perda, será que Deus entende o meu sofrimento e traz minha esposa de volta?” ​​​​​​​Esse é o momento, no qual, quem sofreu a perda começa a fazer pequenas competições com si mesmo para que, de uma forma desconhecida - talvez Deus, talvez o destino - o falecido volte ou a dor passe. 

A dor é tão grande que, em momentos como esse, o sujeito perde a noção da realidade, pelo menos no que diz respeito às conversas internas que possui. Ao prometer parar de chorar todos os dias e perceber que não surtiu resultado essa oferenda, chega o próximo estágio.

4ª fase: Depressão

​​​​​​​A negação, a raiva e a crença em realidades paralelas passou e, após esse turbilhão de emoções, vem o vazio. A realidade de que a vida nunca mais será a mesma, de que não há máquina do tempo para mudar o destino e que é preciso se adaptar e voltar à rotina é cruel. O isolamento e o cansaço são comuns e a sensação desse estágio é de que não há mais nenhuma fonte de alegria ou sentimentos bons lá fora, apenas tristeza, dor e melancolia.


5ª fase: Aceitação

​​​​​​​Vai chegar o dia, no qual, o enlutado vai sorrir novamente. Ele vai achar graça em uma piada, sentir prazer ao comer uma pizza e sentirá vontade de conhecer a vida novamente. O que parecia preto e branco volta a ter algum traço de cor e o enlutado permite se sentir amado novamente.

Se antes ele queria ficar só e viver a sua própria dor sozinho, é nesse momento que ele fala sobre o que passou sem sentir vontade de chorar. É nessa hora em que ele compreende que nada apagará os momentos bons e que aquele que se foi, queria tudo, menos vê-lo aos frangalhos e sem forças para continuar. 

Assim, as memórias boas permanecem e os momentos ruins são só histórias para contar. E é dessa forma que o luto vira apenas uma daquelas tempestades aterrorizantes pelas quais é preciso passar para encontrar um arco íris ao fim.

Nesse artigo, você compreendeu o luto por diversos ângulos. Entender esses momentos é importante para lidar com eles e também para compreender a dor do outro.